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Indústria brasileira de EPI e EPC mira expansão nos EUA na NSC 2025

| Por: Andrea Fagundes
Legenda: NSC Expo 2025: momento de networking entre exportadora brasileira e visitante |
Foto: Acervo Brazilian Safety
Brazilian Safety leva exportadoras à maior feira de segurança do trabalho dos Estados Unidos para desenvolver mercado, analisar concorrência e fortalecer networking internacional.

O Brazilian Safety desembarcou em Denver, nos EUA, com uma comitiva de seis exportadoras de EPIs e EPCs para a NSC 2025, evento realizado de 12 a 14 de setembro. Com foco no desenvolvimento do setor norte-americano de equipamentos de proteção ao trabalho, a participação teve como objetivo conhecer o mercado, analisar a concorrência, fortalecer o networking internacional e identificar oportunidades de expansão para empresas brasileiras.

Durante a feira, as exportadoras apoiadas pelo Brazilian Safety, Agmov, Bracol, Brasmo, Estival, Marluvas e Soft Works,  participaram de reuniões de negócios e encontros estratégicos, trocaram experiências e avaliaram as novidades do mercado de EPIs em exposição.

O setor norte-americano segue em forte expansão, impulsionado principalmente pelas demandas do setor de saúde e pela adoção crescente de EPIs inteligentes, que incluem sensores, monitoramento biométrico e integração com IA e IoT.

Segundo dados dos portais Fortune Business Insights e Business Research Insights:

  • O mercado norte-americano de EPI deve alcançar US$ 31 bilhões em 2025, podendo chegar a US$ 45 bilhões até 2032, com crescimento médio anual de 5,4%;

  • O segmento de EPIs inteligentes representa cerca de US$ 1,1 bilhão, refletindo a rápida expansão de tecnologias vestíveis e monitoramento digital;

  • O setor de saúde se mantém como principal consumidor, com ampla demanda motivada pela vigilância pós-pandemia e padrões mais elevados de controle de infecções;

  • Segmentos como construção, petróleo, gás, mineração e manufatura também são grandes consumidores de EPI, com destaque para produtos de alta tecnologia e customizados.

Em relação à participação, representantes do projeto destacaram:

Apesar das dificuldades deste ano, a equipe se superou e realizamos um evento brilhante. Nosso crescimento e evolução na NSC foram notáveis, e a parceria de todos foi fundamental”, comentou João Paulo, representante da Marluvas.

“Sem o apoio da Apex e da Animaseg, seria quase impossível expor em mercados tão representativos. A dedicação da equipe facilitou nosso caminho com muito profissionalismo e cuidado”, afirmou Ricardo Vilela, representante da Soft Works.

O evento também permitiu que as empresas brasileiras conhecessem os principais players do setor, além de acompanhar tendências como materiais mais leves e resistentes, práticas de sustentabilidade e ESG.

Com a participação na NSC 2025, o Brazilian Safety reforça sua estratégia de internacionalização, promovendo a qualidade da indústria brasileira de EPIs e EPCs no mercado norte-americano em expansão”, conclui a gerente do Brazilian Safety, Cintia Silva.

Confira abaixo alguns registros da presença brasileira no evento.